
Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em conjunto com outros cientistas da UFRJ e da USP, criaram em laboratório um vírus artificial do HIV.
O feito pode contribuir para o desenvolvimento de uma vacina terapêutica (medicamento) para portadores do HIV, reduzindo a carga viral (quantidade de HIV no organismo) evitando a evolução para um quadro de Aids. O vírus foi obtido por meio de clonagem, cortando e colando pedaços do DNA viral até construir um genoma completo de HIV inativado. A equipe que criou o vírus sintético é a mesma que está testando a vacina terapêutica.
O medicamento é feito com células dendríticas, que fazem parte do nosso sistema imunológico. Sua principal função é capturar e transportar os antígenos (microrganismos invasores, como o HIV) para drenagem nos linfonodos, onde são apresentados aos linfócitos (tipo especial de glóbulos brancos, como os CD4) que vão combatê-los. O projeto prevê a fabricação de células dendríticas, usadas também em terapias contra câncer, hepatites e doenças autoimunes.
Além de baratear os custos, outra vantagem da vacina terapêutica feita a partir do vírus sintético é reduzir os tempos de produção, ajudando na produtividade em larga escala.
Os próximos passos da pesquisa incluem vacinação em um grupo de mil soropositivos. O objetivo é chegar a 2011 com a fábrica de células dendríticas para terapias vacinais já pronta para funcionar na UFPE. A estratégia vacinal será baseada no uso do vírus recombinante, devendo atingir um grande número de portadores do HIV em todo o país.
A vacina já está na fase de testes em humanos e o resultado parece animador. A metade dos 18 voluntários, que vem sendo testados desde 2001, teve a carga viral reduzida a quase zero. A notícia cria uma verdadeira esperança de cura para milhões de pessoas em todo mundo.
A proposta dos pesquisadores é bárbara, mas eu acho que deveriam fazer estudos sobre o seu uso combinado com os antirretrovirais hoje disponíveis. De qualquer modo, os avanços científicos quanto à manipulação genética cada vez mais aparecem como promissoras alternativas no combate à Aids e outras doenças.
Esta postagem foi sugestão do Gilberto.Mais dados podem ser obtidos no endereço www.agenciaaids.com.br/
O feito pode contribuir para o desenvolvimento de uma vacina terapêutica (medicamento) para portadores do HIV, reduzindo a carga viral (quantidade de HIV no organismo) evitando a evolução para um quadro de Aids. O vírus foi obtido por meio de clonagem, cortando e colando pedaços do DNA viral até construir um genoma completo de HIV inativado. A equipe que criou o vírus sintético é a mesma que está testando a vacina terapêutica.
O medicamento é feito com células dendríticas, que fazem parte do nosso sistema imunológico. Sua principal função é capturar e transportar os antígenos (microrganismos invasores, como o HIV) para drenagem nos linfonodos, onde são apresentados aos linfócitos (tipo especial de glóbulos brancos, como os CD4) que vão combatê-los. O projeto prevê a fabricação de células dendríticas, usadas também em terapias contra câncer, hepatites e doenças autoimunes.
Além de baratear os custos, outra vantagem da vacina terapêutica feita a partir do vírus sintético é reduzir os tempos de produção, ajudando na produtividade em larga escala.
Os próximos passos da pesquisa incluem vacinação em um grupo de mil soropositivos. O objetivo é chegar a 2011 com a fábrica de células dendríticas para terapias vacinais já pronta para funcionar na UFPE. A estratégia vacinal será baseada no uso do vírus recombinante, devendo atingir um grande número de portadores do HIV em todo o país.
A vacina já está na fase de testes em humanos e o resultado parece animador. A metade dos 18 voluntários, que vem sendo testados desde 2001, teve a carga viral reduzida a quase zero. A notícia cria uma verdadeira esperança de cura para milhões de pessoas em todo mundo.
A proposta dos pesquisadores é bárbara, mas eu acho que deveriam fazer estudos sobre o seu uso combinado com os antirretrovirais hoje disponíveis. De qualquer modo, os avanços científicos quanto à manipulação genética cada vez mais aparecem como promissoras alternativas no combate à Aids e outras doenças.
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