
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Mantendo o sistema imunológico em dia

Um indivíduo bem nutrido, que se alimenta de frutas, verduras, legumes e grãos está muito melhor preparado para enfrentar gripes, infecções e outras doenças do que um indivíduo mal nutrido, cujo cardápio é rico apenas em alimentos gordurosos, processados e com excesso de açúcar. Isto acontece porque as vitaminas e minerais que potencializam as nossas defesas orgânicas estão presentes em grande quantidade nas frutas, grãos e hortaliças em geral.
As principais vitaminas e minerais que fortalecem nosso sistema imunológico são as vitaminas A, C, E e o ácido fólico, e os minerais Zinco e Selênio.
Vitamina A - Tem um papel importante na manutenção da integridade das mucosas. Por isso, a sua deficiência no organismo provoca a redução dos linfócitos T, aumentando o risco de infecções.
Alimentos ricos nessa vitamina são: cenoura, abóbora, fígado, batata doce, damasco seco, brócolis, melão.
Vitamina C - Essa vitamina antioxidante estimula a resistência às infecções através da atividade imunológica de leucócitos. Ela aumenta a produção dessas células de defesa, que agem sobre bactérias e vírus.
Acerola, frutas cítricas (limão, laranja, lima), kiwi, caju, tomates e vegetais folhosos crus são fontes excelentes de vitamina C. Mas não esqueça: a vitamina C é facilmente destruída pela luz e pelo calor. Um suco de laranja com acerolas, por exemplo, deve ser consumido logo após o preparo.
Vitamina E - Essa vitamina tem a capacidade de interagir com as vitaminas A e C e com o mineral selênio, agindo como antioxidante. Sua função primordial é proteger as membranas celulares contra substâncias tóxicas, radiação e os temerosos radicais livres que aceleram o processo de envelhecimento.
Alimentos ricos nessa vitamina são o germe de trigo (fonte mais importante), óleos de soja, arroz, algodão, milho e girassol, amêndoas, nozes, castanha do Pará, gema do ovo, vegetais folhosos e legumes.
Ácido fólico - É essencial para a formação dos leucócitos (glóbulos brancos) na medula óssea. Alimentos ricos em ácido fólico são: fígado, feijões e vegetais folhosos verde-escuros (brócolis, couve, espinafre).
Zinco - Esse mineral atua na reparação dos tecidos e na cicatrização de ferimentos. Uma deficiência de zinco resulta em diversas doenças imunológicas, inclusive grande diminuição de linfócitos.
Fontes importantes de zinco são as carnes, peixes (incluindo ostras e crustáceos), aves e leite. Cereais integrais, feijões e nozes são também boas fontes.
Selênio - Possui grande capacidade antioxidante, ou seja, neutraliza a ação dos radicais livres retardando o processo de envelhecimento e evitando o desencadeamento de algumas formas de câncer.
Castanha do Pará, frutos do mar, fígado, carne e aves são alimentos ricos em selênio.
Veja abaixo outros alimentos que apresentam propriedades benéficas para o sistema imunológico:
Iogurte e leite fermentado - Também conhecidos como pró-bióticos, possuem microrganismos vivos que recuperam a flora intestinal e fortalecem o sistema imunológico.
Alho – É um excelente agente antibacteriano, além de possuir substâncias que previnem o câncer gástrico e as doenças cardiovasculares.
Cogumelo Shitake - Esse cogumelo possui uma substância que aumenta a produção das células de defesa do organismo.
Acerola - Fruta riquíssima em vitamina C (30 a 50 vezes mais que a laranja). Age na reconstituição dos leucócitos em períodos de queda de resistência.
Gengibre - Excelente alimento para o fortalecimento do sistema imunológico.
Uma alimentação balanceada - rica em frutas, vegetais e grãos - proporciona ao nosso organismo nutrientes importantes para o bom funcionamento do sistema imunológico. Pessoas que seguem uma alimentação deste tipo adquirem defesas contra várias doenças, e alcançam maior quantidade e qualidade de vida.
As principais vitaminas e minerais que fortalecem nosso sistema imunológico são as vitaminas A, C, E e o ácido fólico, e os minerais Zinco e Selênio.
Vitamina A - Tem um papel importante na manutenção da integridade das mucosas. Por isso, a sua deficiência no organismo provoca a redução dos linfócitos T, aumentando o risco de infecções.
Alimentos ricos nessa vitamina são: cenoura, abóbora, fígado, batata doce, damasco seco, brócolis, melão.
Vitamina C - Essa vitamina antioxidante estimula a resistência às infecções através da atividade imunológica de leucócitos. Ela aumenta a produção dessas células de defesa, que agem sobre bactérias e vírus.
Acerola, frutas cítricas (limão, laranja, lima), kiwi, caju, tomates e vegetais folhosos crus são fontes excelentes de vitamina C. Mas não esqueça: a vitamina C é facilmente destruída pela luz e pelo calor. Um suco de laranja com acerolas, por exemplo, deve ser consumido logo após o preparo.
Vitamina E - Essa vitamina tem a capacidade de interagir com as vitaminas A e C e com o mineral selênio, agindo como antioxidante. Sua função primordial é proteger as membranas celulares contra substâncias tóxicas, radiação e os temerosos radicais livres que aceleram o processo de envelhecimento.
Alimentos ricos nessa vitamina são o germe de trigo (fonte mais importante), óleos de soja, arroz, algodão, milho e girassol, amêndoas, nozes, castanha do Pará, gema do ovo, vegetais folhosos e legumes.
Ácido fólico - É essencial para a formação dos leucócitos (glóbulos brancos) na medula óssea. Alimentos ricos em ácido fólico são: fígado, feijões e vegetais folhosos verde-escuros (brócolis, couve, espinafre).
Zinco - Esse mineral atua na reparação dos tecidos e na cicatrização de ferimentos. Uma deficiência de zinco resulta em diversas doenças imunológicas, inclusive grande diminuição de linfócitos.
Fontes importantes de zinco são as carnes, peixes (incluindo ostras e crustáceos), aves e leite. Cereais integrais, feijões e nozes são também boas fontes.
Selênio - Possui grande capacidade antioxidante, ou seja, neutraliza a ação dos radicais livres retardando o processo de envelhecimento e evitando o desencadeamento de algumas formas de câncer.
Castanha do Pará, frutos do mar, fígado, carne e aves são alimentos ricos em selênio.
Veja abaixo outros alimentos que apresentam propriedades benéficas para o sistema imunológico:
Iogurte e leite fermentado - Também conhecidos como pró-bióticos, possuem microrganismos vivos que recuperam a flora intestinal e fortalecem o sistema imunológico.
Alho – É um excelente agente antibacteriano, além de possuir substâncias que previnem o câncer gástrico e as doenças cardiovasculares.
Cogumelo Shitake - Esse cogumelo possui uma substância que aumenta a produção das células de defesa do organismo.
Acerola - Fruta riquíssima em vitamina C (30 a 50 vezes mais que a laranja). Age na reconstituição dos leucócitos em períodos de queda de resistência.
Gengibre - Excelente alimento para o fortalecimento do sistema imunológico.
Uma alimentação balanceada - rica em frutas, vegetais e grãos - proporciona ao nosso organismo nutrientes importantes para o bom funcionamento do sistema imunológico. Pessoas que seguem uma alimentação deste tipo adquirem defesas contra várias doenças, e alcançam maior quantidade e qualidade de vida.
Suplemento diário de Zinco reduz perda de CD4
Segundo estudo publicado na edição de 15 de junho da publicação Clinical Infectious Diseases (CID), a suplementação diária com zinco pode ajudar a retardar a progressão da imunodeficiência em portadores do HIV, especialmente daqueles que não conseguem manter a carga viral indetectável mesmo usando antirretrovirais (ARV).
Manter níveis adequados de zinco é essencial para o sistema imunológico. Porém, de acordo com pesquisadores da Universidade Internacional da Florida (EUA), a deficiência de zinco ocorre em mais de 50 por cento das pessoas vivendo com HIV.
O foco do estudo desenvolvido foi determinar a segurança e a eficácia da suplementação de zinco quando usada por longos períodos. O estudo envolveu 231 adultos soropositivos com baixos níveis plasmáticos de zinco (<0,75 mg/L) que receberam durante 18 meses doses diárias de suplementação de zinco (12 mg para as mulheres e 15 mg para homens) ou ficaram num grupo-controle recebendo placebo.
Ao final do estudo, a suplementação diária de zinco por 18 meses foi considerada segura e resultou numa redução de 75 % na probabilidade de falha imunológica, além de reduzir pela metade a ocorrência de diarréia. O grupo sob uso de zinco também não apresentou nenhum efeito colateral grave.
Segundo os autores, os resultados respaldam a recomendação de uso de suplementação diária de zinco como uma forma simples, segura e efetiva para melhorar a resposta imunológica e reduzir a morbidade, devendo ser considerada como terapia complementar para a infecção pelo HIV.
A notícia original, em inglês, pode ser acessada no sítio da aidsmeds.com (treatment news).
O zinco é um elemento mineral necessário ao organismo em quantidades muito pequenas, estando presente em vários alimentos como, por exemplo, nas ostras, nos frutos secos e no gérmen de trigo. Existem também suplementos vitamínicos minerais (tipo Centrum), que proporcionam zinco nas dosagens adequadas.
O consumo de zinco ajuda a prevenir resfriados, gripes e outras doenças comuns do inverno.
A deficiência do zinco, entre outros problemas, pode favorecer imunodeficiências.
Manter níveis adequados de zinco é essencial para o sistema imunológico. Porém, de acordo com pesquisadores da Universidade Internacional da Florida (EUA), a deficiência de zinco ocorre em mais de 50 por cento das pessoas vivendo com HIV.
O foco do estudo desenvolvido foi determinar a segurança e a eficácia da suplementação de zinco quando usada por longos períodos. O estudo envolveu 231 adultos soropositivos com baixos níveis plasmáticos de zinco (<0,75 mg/L) que receberam durante 18 meses doses diárias de suplementação de zinco (12 mg para as mulheres e 15 mg para homens) ou ficaram num grupo-controle recebendo placebo.
Ao final do estudo, a suplementação diária de zinco por 18 meses foi considerada segura e resultou numa redução de 75 % na probabilidade de falha imunológica, além de reduzir pela metade a ocorrência de diarréia. O grupo sob uso de zinco também não apresentou nenhum efeito colateral grave.
Segundo os autores, os resultados respaldam a recomendação de uso de suplementação diária de zinco como uma forma simples, segura e efetiva para melhorar a resposta imunológica e reduzir a morbidade, devendo ser considerada como terapia complementar para a infecção pelo HIV.
A notícia original, em inglês, pode ser acessada no sítio da aidsmeds.com (treatment news).
O zinco é um elemento mineral necessário ao organismo em quantidades muito pequenas, estando presente em vários alimentos como, por exemplo, nas ostras, nos frutos secos e no gérmen de trigo. Existem também suplementos vitamínicos minerais (tipo Centrum), que proporcionam zinco nas dosagens adequadas.
O consumo de zinco ajuda a prevenir resfriados, gripes e outras doenças comuns do inverno.
A deficiência do zinco, entre outros problemas, pode favorecer imunodeficiências.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Proibido teste anti-HIV para admissão ao emprego

O Ministério do Trabalho e Emprego publicou no Diário Oficial da União uma Portaria não permitindo mais a exigência de teste de HIV na admissão ao trabalho.
Embora uma lei de 1995 já vedasse o teste com essa finalidade, ele continua sendo feito em alguns Estados brasileiros. No entanto, a partir da publicação da Portaria n° 1246, no dia 31 de maio, as empresas estão proibidas de exigir o teste do HIV para contratação de funcionários e em quaisquer outras circunstâncias como mudança de função, avaliação periódica, retorno ou demissão.
A notícia completa está no site do SOMOS (http://somosglbt.blogspot.com/).
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Criado vírus artificial do HIV para vacina terapêutica contra a Aids

Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em conjunto com outros cientistas da UFRJ e da USP, criaram em laboratório um vírus artificial do HIV.
O feito pode contribuir para o desenvolvimento de uma vacina terapêutica (medicamento) para portadores do HIV, reduzindo a carga viral (quantidade de HIV no organismo) evitando a evolução para um quadro de Aids. O vírus foi obtido por meio de clonagem, cortando e colando pedaços do DNA viral até construir um genoma completo de HIV inativado. A equipe que criou o vírus sintético é a mesma que está testando a vacina terapêutica.
O medicamento é feito com células dendríticas, que fazem parte do nosso sistema imunológico. Sua principal função é capturar e transportar os antígenos (microrganismos invasores, como o HIV) para drenagem nos linfonodos, onde são apresentados aos linfócitos (tipo especial de glóbulos brancos, como os CD4) que vão combatê-los. O projeto prevê a fabricação de células dendríticas, usadas também em terapias contra câncer, hepatites e doenças autoimunes.
Além de baratear os custos, outra vantagem da vacina terapêutica feita a partir do vírus sintético é reduzir os tempos de produção, ajudando na produtividade em larga escala.
Os próximos passos da pesquisa incluem vacinação em um grupo de mil soropositivos. O objetivo é chegar a 2011 com a fábrica de células dendríticas para terapias vacinais já pronta para funcionar na UFPE. A estratégia vacinal será baseada no uso do vírus recombinante, devendo atingir um grande número de portadores do HIV em todo o país.
A vacina já está na fase de testes em humanos e o resultado parece animador. A metade dos 18 voluntários, que vem sendo testados desde 2001, teve a carga viral reduzida a quase zero. A notícia cria uma verdadeira esperança de cura para milhões de pessoas em todo mundo.
A proposta dos pesquisadores é bárbara, mas eu acho que deveriam fazer estudos sobre o seu uso combinado com os antirretrovirais hoje disponíveis. De qualquer modo, os avanços científicos quanto à manipulação genética cada vez mais aparecem como promissoras alternativas no combate à Aids e outras doenças.
Esta postagem foi sugestão do Gilberto.Mais dados podem ser obtidos no endereço www.agenciaaids.com.br/
O feito pode contribuir para o desenvolvimento de uma vacina terapêutica (medicamento) para portadores do HIV, reduzindo a carga viral (quantidade de HIV no organismo) evitando a evolução para um quadro de Aids. O vírus foi obtido por meio de clonagem, cortando e colando pedaços do DNA viral até construir um genoma completo de HIV inativado. A equipe que criou o vírus sintético é a mesma que está testando a vacina terapêutica.
O medicamento é feito com células dendríticas, que fazem parte do nosso sistema imunológico. Sua principal função é capturar e transportar os antígenos (microrganismos invasores, como o HIV) para drenagem nos linfonodos, onde são apresentados aos linfócitos (tipo especial de glóbulos brancos, como os CD4) que vão combatê-los. O projeto prevê a fabricação de células dendríticas, usadas também em terapias contra câncer, hepatites e doenças autoimunes.
Além de baratear os custos, outra vantagem da vacina terapêutica feita a partir do vírus sintético é reduzir os tempos de produção, ajudando na produtividade em larga escala.
Os próximos passos da pesquisa incluem vacinação em um grupo de mil soropositivos. O objetivo é chegar a 2011 com a fábrica de células dendríticas para terapias vacinais já pronta para funcionar na UFPE. A estratégia vacinal será baseada no uso do vírus recombinante, devendo atingir um grande número de portadores do HIV em todo o país.
A vacina já está na fase de testes em humanos e o resultado parece animador. A metade dos 18 voluntários, que vem sendo testados desde 2001, teve a carga viral reduzida a quase zero. A notícia cria uma verdadeira esperança de cura para milhões de pessoas em todo mundo.
A proposta dos pesquisadores é bárbara, mas eu acho que deveriam fazer estudos sobre o seu uso combinado com os antirretrovirais hoje disponíveis. De qualquer modo, os avanços científicos quanto à manipulação genética cada vez mais aparecem como promissoras alternativas no combate à Aids e outras doenças.
Esta postagem foi sugestão do Gilberto.Mais dados podem ser obtidos no endereço www.agenciaaids.com.br/
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