
Um grupo de cientistas americanos identificou novos anticorpos que defendem o organismo contra o HIV, o vírus causador da aids.
O artigo descrevendo o achado foi publicado em 03/09/09 no site da revista “Science”. A partir de um doador africano soropositivo, a equipe coordenada por Laura Walker, do Instituto de Pesquisas Scripps, na Califórnia (EUA), isolou dois anticorpos anteriormente não conhecidos.
O achado, considerado um dos mais promissores dos últimos 20 anos na luta contra a aids, abre novo caminho no desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a doença.
A pesquisa constatou que os anticorpos (PG9 e PG16) parecem ser não só “muito potentes” na neutralização do vírus, como capazes de bloquear a ação de uma grande variedade de subtipos do HIV, uma gama de alvos que supera a de anticorpos já avaliados. O PG9 combateu com sucesso 127 de 162 subtipos (78%) e o PG16, 119 de 162 (73%).
Os anticorpos atuam como uma espécie de chave para um cadeado viral oculto, reconhecendo um padrão em uma proteína do HIV que não havia ainda sido descrita pela ciência.
O artigo descrevendo o achado foi publicado em 03/09/09 no site da revista “Science”. A partir de um doador africano soropositivo, a equipe coordenada por Laura Walker, do Instituto de Pesquisas Scripps, na Califórnia (EUA), isolou dois anticorpos anteriormente não conhecidos.
O achado, considerado um dos mais promissores dos últimos 20 anos na luta contra a aids, abre novo caminho no desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a doença.
A pesquisa constatou que os anticorpos (PG9 e PG16) parecem ser não só “muito potentes” na neutralização do vírus, como capazes de bloquear a ação de uma grande variedade de subtipos do HIV, uma gama de alvos que supera a de anticorpos já avaliados. O PG9 combateu com sucesso 127 de 162 subtipos (78%) e o PG16, 119 de 162 (73%).
Os anticorpos atuam como uma espécie de chave para um cadeado viral oculto, reconhecendo um padrão em uma proteína do HIV que não havia ainda sido descrita pela ciência.
Tanto a identificação dos anticorpos quanto do “cadeado” constituem um novo alvo no desenvolvimento de futuras vacinas contra o vírus da aids.Os cientistas analisaram 1,8 mil pacientes de Tailândia, Austrália, Reino Unido, Estados Unidos e de uma série de países da África subsaariana.

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